sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Aí vão 14...

O rei da Suazilândia, Mswati III, apresentou esta semana ao país uma 14.ª noiva, Sindiswa Dlamini, 27 anos mais nova do que ele.
"Posso confirmar que o rei apresentou à nação uma nova 'lipovela'", termo que significa noiva real na língua local (siswati), disse à agência AFP o governador do palácio real de Ludzidzini, Timothy Mtetwa.
A escolha aconteceu poucos dias antes das eleições legislativas, que se realizam hoje.
Sindiswa Dlamini tem 18 anos e terminou o ensino secundário, numa escola religiosa privada, no ano passado, sabendo-se que é também finalista de um concurso de beleza, cujo resultado final será conhecido no dia 28.
O rei Mswati III - que, à semelhança do seu pai, pratica a poligamia, num país onde um em cada quatro adultos morre vítima de sida - escolheu a noiva (com quem se casará apenas quando engravidar) no último fim de semana, durante a cerimónia anual Umhlanga, na qual cantam e dançam milhares de raparigas virgens e solteiras.
A tradição é que o rei escolha uma noiva em cada edição do acontecimento, mas Mswati III tinha recusado fazê-lo nos últimos sete anos.
Nos últimos anos, três das mulheres do monarca abandonaram o palácio real, alegando maus tratos.
Representantes estrangeiros, entre os quais o chefe da missão de observação eleitoral da Comunidade para o Desenvolvimento da África Austral, o chefe da diplomacia da Namíbia, Netumbo Nandi-Ndaitwah, assistiram à cerimónia e à escolha da noiva.
A Suazilândia é uma das raras casas reais que sobreviveu à descolonização, mas as críticas à monarquia, nomeadamente aos seus gastos, têm subido de tom.
Coroado após a morte do pai, em 1982, Mswati III é o último monarca absoluto africano e tem resistido a adotar reformas, respaldado pelo Parlamento, que deverá ser reconduzido nas eleições legislativas de hoje.
Os candidatos são escolhidos pelos líderes tradicionais e os partidos políticos são proibidos no país, o que leva a oposição a considerar as eleições uma farsa.
A Suazilândia vive uma crise económica sem precedentes e 70 por cento dos seus 1,2 milhões de habitantes vivem abaixo do limiar da pobreza, segundo as Nações Unidas.

In dn.pt 20/09/2013

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Os Animal Tem Uns Bicho Interessante!




Mastiff Tibetano

Com os Sol brilhando e as crianças em casa durante as férias escolares, muitas famílias das cidade de Luohe no leste da China, decidiram visitar o jardim zoológico da cidade esta semana.

Mas os que esperam ficar encantados pelas feras do zoo ficaram saíram desapontados pelos domesticados substitutos

"A família Liu levou o seu filho de 6 anos ao Zoo", reportou o jornal diário local de Luohe.

"No caminho, a Sra. Liu ensinou ao seu filho os sons que os diferentes animais emitem. Mas quando chegaram, o seu filho disse que o leão ladrava como um cão."

De fato, dentro da jaula que indicava "leão africano" estava um cão da raça Mastiff Tibetano. Outro cão na jaula do lobo enquanto algumas raposas posavam como leopardos.
Finalmente, um par de ratos era encontrado freneticamente dentro de uma jaula de vidro para cobras. E os escorregadios predadores estavam longe de ser vistos.

Yu Hua, o porta-voz do zoo, indicou que o zoo tem sido gerido por um gestor privado desde há muitos anos, por um valor de 100000 yuan (12.200)
In Daily Telegraph, 14/08/2013

terça-feira, 16 de julho de 2013

Moral da historia: Falte ao trabalho sim, mas não no dia de "meter" o totoloto!

Mulher processa colegas por terem ganho o euromilhões

Dez funcionários de uma empresa de recrutamento em Kirkby, Maerseyside ganharam o jackpot do euromilhões no sorteio de terça-feira dia 9 de julho e não dividiram o prémio com Louisa Whitby que faltou ao trabalho no dia em que foi feita a aposta devido aos enjoos matinais.
Por não ter comparecido ao trabalho no dia em que foi feita a aposta e não ter pago o prémio que saiu à sociedade formada dentro da empresa, Louisa Whitby, uma mulher de 31 anos não teve direito à sua parte do prémio do euromilhões: 33,5 milhões de euros.

Louisa Whitby
©www.thesun.co.uk

Louisa Whitby, que irá ser mãe em breve, já tem advogado e irá fazer um pedido para receber parte do dinheiro ao Supremo Tribunal de Justiça.
De acordo com o relato feito por Bethany Sergison, trabalhador da empresa, à BBC, todos os vencedores já deixaram os seus locais de trabalho desde que reivindicaram a sua parte do euromilhões, a empresa está agora "deserta".

  ©www.dailymail.co.uk

In dn.pt, 16/07/2013

segunda-feira, 22 de abril de 2013

Uma iniciativa de louvar! - METALLICA 'em all!



Edgar Cutar Jr., um brasileiro de São Bernardo do Campo, cidade subúrbio de São Paulo, criou uma petição online que pretende alterar o hino nacional brasileiro, da atual composição, para imagine-se o tema “...And Justice For All” composta e interpretada pelos Metallica.
Edgar Cuter Jr., justifica esta iniciativa com o fato de o atual Hino Nacional Brasileiro “ter uma música linda”, mas “uma letra que raros brasileiros entendem. Seu vocabulário arcaico e rebuscado faz com que os brasileiros simplesmente cantem por cantar, sem entender o que estão falando”. 
Segundo o autor da petição, a escolha de “...And Justice For All” é justificada pelo fato de ser escrita em “bom inglês, a língua universal do s dias de hoje”, fato, e ser uma “letra marcante que clama por justiça”, fato. E como toda a gente sabe, justiça é algo que falta a rodos, no Brasil.
Segue a proposta da letra do novo hino no original e a versão que se pretende ver instituída como Hino Nacional Brasileiro traduzida para Português.
JUSTIÇA PARA TODOS!

Corredores da justiça pintados de verde
Dinheiro manda
Lobos poderosos cercam sua porta
Ouça-os rastejando
Em breve você irá satisfazer a fome deles
Eles devoram
O martelo da justiça te esmaga
Abuso de poder

O máximo da vaidade
Explorando sua supremacia
Não consigo acreditar nas coisas que você diz
Não consigo acreditar
Não consigo acreditar no preço que você paga
Nada pode te salvar

A justiça está perdida
A justiça está violentada
A justiça se foi
Puxando suas cordas
Justiça é feita
Não buscando a verdade
Vitória é tudo
Parece tão cruel
Tão verdadeiro
Tão real

A apatia é o que os sustenta
Tão insensíveis
Hostilidade escondida no interior
Tão enganador
Através de seus olhos suas luzes queimam
Esperando encontrar
Inquisição te afundando
Com mentes curiosas

O máximo da vaidade
Explorando sua supremacia
Não consigo acreditar nas coisas que você diz
Não consigo acreditar
Não consigo acreditar no preço que você paga
Nada pode te salvar

A justiça está perdida
A justiça está violentada
A justiça se foi
Puxando suas cordas
Justiça é feita
Não buscando a verdade
Vitória é tudo
Parece tão cruel
Tão verdadeiro
Tão real

A senhora justiça foi violentada
Assassino da verdade
Rolos de fita vermelha fecham sua boca
Agora você já era
O dinheiro deles controla a balança novamente
Faça seu negócio
O que é verdade? Não consigo dizer
Não consigo sentir

O máximo da vaidade
Explorando sua supremacia
Não consigo acreditar nas coisas que você diz
Não consigo acreditar
Não consigo acreditar no preço que nós pagamos
E nada pode nos salvar

A justiça está perdida
A justiça está violentada
A justiça se foi
Puxando suas cordas
Justiça é feita
Não buscando a verdade
Vitória é tudo
Parece tão cruel
Tão verdadeiro
Tão real

Sem procurar a verdade
Vitória é tudo
Acha isso tão cruel
Tão verdadeiro
Tão real

...AND JUSTICE FOR ALL
Halls of justice painted green
Money talking
Power wolves beset your door
Hear them stalking
Soon you'll please their appetite
They devour
Hammer of justice crushes you
Overpower

The ultimate in vanity
Exploiting their supremacy
I can't believe the things you say
I can't believe, I can't believe the price you pay
Nothing can save you

Justice is lost
Justice is raped
Justice is gone
Pulling your strings
Justice is done
Seeking no truth
Winning is all
Find it so grim, so true, so real

Apathy their stepping stone
So unfeeling
Hidden deep animosity
So deceiving
Through your eyes their light burns
Hoping to find
Inquisition sinking you
With prying minds

The ultimate in vanity
Exploiting their supremacy
I can't believe the things you say
I can't believe, I can't believe the price you pay
Nothing can save you
Justice is lost
Justice is raped
Justice is gone
Pulling your strings
Justice is done
Seeking no truth
Winning is all
Find it so grim, so true, so real

Lady Justice has been raped
Truth assassin
Rolls of red tape seal your lips
Now you're done in

Their money tips her scales again
Make your deal
Just what is truth, I cannot tell
Cannot feel

The ultimate in vanity
Exploiting their supremacy
I can't believe the things you say
I can't believe, I can't believe the price we pay
Nothing can save us

Justice is lost
Justice is raped
Justice is gone
Pulling your strings
Justice is done
Seeking no truth
Winning is all
Find it so grim, so true, so real

Seeking no truth
Winning is all
Find it so grim, so true, so real

Não foi esta a Europa que sonhamos, não é esta a Europa que queremos!

Pensionista Despejado faz de Combióios a Sua Casa
Portador de um passe de invalido. “Conheci muitas pessoas nos últimos oito meses”

©ABC

TURIN – Ele conhece os horários dos comboios de cor. Conexões e números de plataformas não têm segredos para ele. Mas Silvano Toniolo, 80, nunca trabalhou nos caminhos de ferro. Muito simplesmente ele tem habitado em carruagens de comboio nos últimos 8 meses. Não as que estão paradas as que estão em serviço. Silvano tem um passe gratuito desde que um AVC o deixou parcialmente invalido e quando perdeu a sua casa à 8 meses atrás ele começou a usa-lo e assim por um teto sobre a sua cabeça. Há dois dias  estava em Cuneo. Ontem partiu para Savona. Hoje vai em direção a Vercelli. Na sua caminhada se cruzará com mais algumas pessoas e verá um pouco mais do mundo. Silvano diz: “Este verão, dividi o compartimento com um grupo de raparigas. Uma delas pegou na guitarra e cantamos todos juntos.” Qual Tom Hanks em O Terminal, Silvano está mais ou menos preso. Mas ao contrario da personagem de Hanks, ele pode ir de estação em estação. “O mês passado viajei de Turim a Cuneo com alguns alpinistas que ocuparam todo o vagão, Abriram uma garrafa de vinho e comi salame, partilhamos uma refeição.
O Sr. Toniolo é pensionista: “Eu fui enfermeiro. Cheguei a trabalhar como voluntário numa missão no Uganda.”. Depois regressei a  Turin para mais alguns anos como enfermeiro em hospitais até à idade da reforma. “Morava num pequeno apartamento no centro da cidade, mas fui despejado”. Sem outras opções, Silvano manteve a calma e arrumou uma solução. Deu uso ao passe de comboio que nunca tinha usado até então. Ele realça: “Poderia ter viajado para qualquer parte da Itália, mas não passava de Piedmont e Liguria”. É nestas regiões que reside os familiares e amigos. “Visitava-os e as vezes era convidado a ficar para almoço ou jantar. o que é bom dadas as circunstancias. O meu destino favorito são os institutos Salasianos em Alassio e Imperia, ou a  Opera Don Orione  em Sanremo. É onde estão os missionários que conheci no Uganda”. Entretanto Silvano requereu e conseguiu uma casa com renda social controlada “mas ainda não me entregaram o apartamento”.
Ele usa eo seu passe cumprindo estritamente as suas regras: “Nunca dormi numa estação. Em vez disso, viajo de noite, saio no final da linha e entro num comboio em conexão”. Este estilo de vida pode ser perigoso: “Fui assaltado duas vezes. Tudo o que carrego comigo é um mochila preta que uso como almofada, assim ninguém me a rouba”. Dentro da mochila tem uma muda de camisas, um par de meias, uma escova de dente e um creme de barbear.  O passe de comboio (“o meu único valor”), alguns euros em dinheiro estão dobrados na carteira que é guardada dentro do seu casaco. Não sou um vagabundo. Não me rendo. Quando acordo de manhã, vou à casa de banho da carruagem e faço a minha higiene. O resto das minhas coisas estão num abrigo de um instituto religioso. De vez em quando, vou lá pego o que preciso e lavo as minhas coisas”. O Sr. Toniolo observa o lado positive da sua experiência for a do comum: “Acabas conhecendo pessoas quando estas em movimento. Pode-se conversar. Conheço todos os revisores. Fiquei amigo de alguns deles e as vezes trazem-me café de manha. Mas se tivesse um apartamento, não creio que sentiria falta deste meu estilo de vida. Tenho 80 anos e gosto de dormir na minha própria cama de noite”.

In Corriere Della Sera, 18/04/2013

Traduzido da Versão em Ingles do jornal Corriere Della Sera por Giles Watson


quarta-feira, 20 de março de 2013

“Para não ficar muito cansativo vou agora ensinar a fazer um belo miojo”.

Foi com esta bonita frase que o estudante mineiro Carlos Guilherme Ferreira, de 19 anos, começou o paragrafo no qual ensina a cozinhar um miojo (um prato típico da culinária japonesa, que basicamente consiste de uma massa pré-cozida, preparada com acréscimo de água quente).
Até aqui tudo normal, não fosse esse paragrafo estar propositadamente inserido no meio da redação obrigatória da sua prova do ENEM (Exame Nacional do Ensino Médio, o maior exame em língua portuguesa do mundo) realizada em Novembro passado.


O ENEM é um exame nacional multidisciplinar, realizado no Brasil, cujo objetivo é avaliar a qualidade do ensino médio no país. Apesar de não obrigatório, é realizado por um crescente numero de inscritos, uma vez que o seu resultado pode ser utilizado como nota de acesso ao ensino superior em um cada vez maior numero de universidades brasileiras que têm vindo a adoptar essa nota como critério (único ou parcial) de seleção.
A redação da edição 2012 do ENEM tinha como tema o Movimento imigratório para o Brasil no século XXI e Carlos, ao sitio da internet da Globo justificou a inclusão do paragrafo culinário, da seguinte forma: 'Queria testar a correção do Enem'. Inexplicavelmente, o MEC (Ministério da Educação [?!?] do Brasil)  diz que a presença de uma receita no texto do participante não fugiu ao tema, mas no entanto foi considerada inoportuna e inadequada, pelos corretores tendo provocando forte penalização especialmente nas competências 3 e 4. O órgão entende ainda que o aluno não teve a intenção de anular a redação, pois não feriu os direitos humanos e não usou palavras ofensivas.

Em 1000 pontos possíveis na redação, Carlos recebeu 560. O miojo estava pelo menos aceitavel, pelos vistos.

Como é que eu não me lembrei disto ao dissertar sobre a A Mensagem no Exame Nacional de Português do 12º Ano?

sexta-feira, 8 de março de 2013

Eu não quero ir à maquina zero!




Na Coreia do Norte só há 28 penteados possíveis

Os regimes comunistas sempre se destacaram pela disciplina militar, que se aplica em todos os aspetos da vida social. Estes padrões que guiam a vida dos cidadãos chegam mesmo a deixar de lado a identidade pessoal dos mesmos.
É por esta razão que a última diretriz do regime norte-coreano foi vista como um sinal de modernidade, transparência e como gesto de generosidade para com a população. A nova regra contaria a escassa lista de penteados permitida pelo regime do recém-falecido Kim Jong-Il e dá a hipótese aos homens e mulheres de "escolherem" novos penteados, aprovados pelo regime.
Eles podem escolher entre dez looks possíveis, apesar de o comprimento do cabelo não poder ultrapassar os cinco centímetros de comprimento e de não poderem adotar o mesmo hairstyle do atual líder, Kim Jong-Un. São ainda proibidas as perucas, os cabelos com gel e os cabelos longos, por serem considerados muitos efeminados. Em relação a elas, muito mais afortunadas, podem agora escolher entre 18 cortes possíveis, tendo em conta se são solteiras ou casadas, já que às primeiras é proibido o cabelo comprido ou apanhado.
Na verdade, não se tratam de opções, mas sim de imposições, porque se estas regras de estilo forem ignoradas, os cidadãos poderão ser presos.
Não é a primeira vez que o Governo norte-coreano impõe regras de aparência. Em 2004, por exemplo, o gabinete de Kim Jong-Il emitiu uma campanha de propaganda através da televisão, chamada "Um Estilo de Vida Socialista", onde advertia para os cabelos compridos, que diziam poderem afetar a inteligência.

In DN,08/03/2013

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Bom dia e bom Ano!


Carolyn Radford: a bela presidente do Mansfield
Clube perdeu na Taça com o Liverpool. Mas o destaque foi todo para ela.
O Liverpool venceu no domingo o modesto Mansfield Town, por 2-1, na terceira eliminatória da Taça de Inglaterra. Mas no dia seguinte o maior destaque na imprensa não incidia no resultado, nem sequer na polémica (houve uma alegada mão de Suarez num golo). Os holofotes estavam virados para Carolyn Radford, a bonita presidente do Mansfield, conhecida por apoiar fervorosamente o clube da quinta divisão inglesa.
Carolyn, de 30 anos, foi nomeada presidente pelo dono do clube em setembro de 2011 – o mesmo que a pediu em casamento duas semanas depois. Agora, é ao mesmo tempo presidente e mulher do proprietário do clube, John Radford.
Percebe-se o destaque dado pelos jornais a Carolyn… Veja as fotos e comprove.
Carolyn Radford: a bela presidente do Mansfield (fotos)